Tecido geotêxtil não tecido para filtro rodoviário

Processos de fabrico e controlos de engenharia

A produção de geotêxteis não tecidos para filtros rodoviários exige um controlo preciso da distribuição das fibras, da densidade de agulhamento e dos processos de acabamento.

  1. Extrusão de Polímeros– Formação de filamentos contínuos ou fibras descontínuas

  2. Formação da Web– Deposição uniforme de fibras utilizando sistemas de cardagem ou deposição a ar

  3. Perfuração de agulhas – Colagem mecânica através de agulhas farpadas de alta frequência

  4. Configuração Térmica– Estabilização dimensional sob temperatura controlada

  5. Corte de arestas – Precisão de largura e consistência de rolo

  6. Teste de qualidade– Verificação da resistência à tracção, permeabilidade e AOS

  7. Embalagem em rolo– Embalagem com proteção UV para transporte e armazenamento

Detalhes do produto

Tecido geotêxtil não tecido para filtro rodoviárioÉ um tecido sintético permeável, agulhado, utilizado na construção de estradas e pavimentos para proporcionar a filtração, separação, drenagem e estabilização do solo, permitindo o fluxo de água e, ao mesmo tempo, impedindo a migração de partículas finas do solo que comprometem a integridade estrutural.

Parâmetros e especificações técnicas

Para projetos de engenharia rodoviária e aquisição de infraestruturas, o desempenho dos geotêxteis não tecidos para filtragem de estradas é definido pela sua resistência mecânica, comportamento hidráulico e durabilidade.

Parâmetro Faixa Típica Relevância da Engenharia
Massa por unidade de área 100–600 g/m² Controla a capacidade de filtração e separação.
Resistência à tracção 8–30 kN/m Distribuição de carga sob stress de tráfego
Alongamento na rotura 40–80% Acomodação da deformação do subleito
Permissividade 0,5–2,5 s⁻¹ Eficiência do fluxo vertical de água
Tamanho aparente da abertura (AOS) 0,07–0,25 mm Controlo de retenção de solo
Resistência UV >70% (500 horas) Durabilidade durante a exposição durante a construção

Estrutura e composição do material

A fiabilidade funcional do tecido geotêxtil não tecido do filtro rodoviário depende da sua estrutura de fibra e da seleção do polímero.

  • Polímero Primário

    • Polipropileno (PP)

    • Poliéster (PET) para uma maior resistência à temperatura

  • Estrutura de Fibra

    • Fibras contínuas ou cortadas

    • Orientado aleatoriamente para a resistência isotrópica

  • Método de colagem

    • emaranhamento mecânico perfurado por agulha

  • Rede de Poros

    • Estrutura de vazio tridimensional para filtração e drenagem

Processos de fabrico e controlos de engenharia

A produção de geotêxteis não tecidos para filtros rodoviários exige um controlo preciso da distribuição das fibras, da densidade de agulhamento e dos processos de acabamento.

  1. Extrusão de Polímeros– Formação de filamentos contínuos ou fibras descontínuas

  2. Formação da Web– Deposição uniforme de fibras utilizando sistemas de cardagem ou deposição por ar.

  3. Perfuração de agulhas– Ligação mecânica por meio de agulhas farpadas de alta frequência

  4. Configuração Térmica– Estabilização dimensional sob temperatura controlada

  5. Corte de arestas– Precisão da largura e consistência de rolagem

  6. Teste de qualidade– Verificação da resistência à tracção, permeabilidade e AOS

  7. Embalagem em rolo– Embalagem com proteção UV para transporte e armazenamento

Comparação da indústria

A seleção do tipo correto de geotêxtil é crucial para o desempenho da estrada a longo prazo.

Critérios Geotêxtil não tecido Geotêxtil tecido Geogrelha Camada de filtro de cascalho
Filtração Excelente Limitado Pobre Moderado
Drenagem Alto Baixo Muito baixo Moderado
Velocidade de instalação Rápido Rápido Moderado Devagar
Consistência Material Alto Alto Alto Variável

Cenários de aplicação

O geotêxtil não tecido para filtragem de estradas é amplamente adotado em projetos de transportes e infraestruturas civis.

  • Construção de estradas e auto-estradas– Separação e filtração de subsolo

  • Empreiteiros EPC– Sistemas de pavimentação, vias de acesso e bermas

  • Projetos Municipais– Vias urbanas e camadas de drenagem

  • Instalações Industriais– Vias de serviço para cargas pesadas

  • Distribuidores– Cadeias de abastecimento de materiais de infraestruturas

Principais dificuldades e soluções de engenharia

  • Ponto de dor:Bombagem do subleito e migração de finos
    Solução:AOS controlado para uma retenção eficaz do solo

  • Ponto de dor:Drenagem deficiente provocando acumulação de água
    Solução:Estrutura não tecida de elevada permissividade

  • Ponto de dor:Rasgo do tecido durante a instalação
    Solução:Maior seleção de massa e resistência à tração

  • Ponto de dor:Assentamento irregular sob tráfego
    Solução:Alongamento elástico para acomodar a deformação

Avisos de risco e estratégias de mitigação

A seleção incorreta de geotêxtil não tecido para filtragem de estradas pode resultar em entupimento, rasgões ou redução da vida útil. Os riscos devem ser mitigados combinando a área de sobreposição (AOS) com a granulometria do solo, evitando a exposição prolongada aos raios UV e garantindo que a sobreposição e a ancoragem estão em conformidade com as especificações do projeto.

Guia de Aquisição e Seleção

  1. Analisar a distribuição granulométrica do solo de subleito.

  2. Defina o desempenho necessário de filtração e drenagem.

  3. Selecione a massa e a classe de resistência à tracção do tecido adequadas.

  4. Verificar a conformidade com as normas ASTM ou EN

  5. Confirme a largura e o comprimento do rolo para uma instalação eficiente.

  6. Solicitar relatórios de testes a terceiros

  7. Avaliar as condições logísticas e de armazenamento no local.

Aplicação de Caso de Engenharia

Num projecto regional de reabilitação de uma estrada, foi instalado um geotêxtil não tecido de 300 g/m² entre o subleito de argila mole e a base de agregado britado. A monitorização pós-construção mostrou uma redução do afundamento de rasto de roda e um desempenho de drenagem estável após duas temporadas de monção.

Perguntas frequentes – Tecido geotêxtil não tecido para filtragem de estradas

  • P1:Qual a principal função na construção de estradas?
    A: Filtração e separação de subleito e camadas de base.

  • Q2:Os tecidos não tecidos são melhores que os tecidos planos para drenagem?
    R: Sim, o tecido não tecido proporciona um fluxo de água superior.

  • Q3:Como é feita a seleção do AOS?
    A: Com base na granulometria do solo e no teor de partículas finas.

  • Q4:Pode ser utilizado em estradas asfaltadas?
    R: Sim, é normalmente utilizado abaixo das camadas de base.

  • P5:A espessura afeta a filtração?
    R: A massa e a estrutura dos poros são mais críticas do que a espessura.

  • P6:Qual o período de sobreposição recomendado?
    R: Normalmente entre 300 e 500 mm, dependendo do subleito.

  • P7:A resistência aos raios UV é importante?
    R: Sim, especialmente durante a exposição prolongada ao local.

  • P8:Pode substituir os filtros de cascalho?
    R: Em muitas aplicações, sim.

  • P9:Que padrões se aplicam?
    R: ASTM D4595, D4491, EN ISO 10319.

  • P10:Qual é a esperança de vida útil?
    A: 25 a 50 anos, quando corretamente concebido.

Apelo à ação

Para recomendações específicas do projeto, fichas técnicas, documentação de conformidade ou preços de geotêxteis não tecidos para filtragem de estradas, envie os seus requisitos de engenharia para análise profissional.

Credenciais do autor E-E-A-T

Este artigo foi escrito por um engenheiro de geossintéticos com mais de 15 anos de experiência em projetos de infraestruturas rodoviárias, especificação de geotêxteis e apoio a projetos EPC nos setores dos transportes e da engenharia civil.

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